quinta-feira, 12 de julho de 2012

Sede de sangue

Os esquimós para proteger suas famílias contra o ataque de lobos, caçam um coelho ou um esquilo. Mergulham um punhal de dois gumes muito afiado no sangue de um destes animais e espera congelar. 
Cobrem a faca com algumas camadas de sangue, até que a lâmina fique completamente escondida debaixo do sangue congelado (picolé de sangue). O caçador enterra a faca no chão com a lâmina para cima.


Durante a noite quando o lobo sente o cheiro de sangue, por ter um olfato muito sensível, começa a lamber o sangue congelado.

O sangue congelado e o metal frio entorpecem a língua do lobo. Aos poucos, o animal corta a língua e passa a sentir o gosto do próprio sangue quente. Como não sente dor, ele lambe cada vez mais rápido e com maior voracidade. Sem perceber que está retalhando a própria língua. O lobo sangra até morrer vítima de seu próprio apetite.


"Essa trágica história ilustra como há muitos cristãos já sangrando com suas vidas arrebentadas, pois já perderam a sensibilidade e o temor diante de suas fraquezas. Estão vivendo em práticas vorazes de sangue e morte. Suas consciências estão entregues as sua paixões".  Rev. Sandro M. Viana

Trecho adaptado do livro De: Pastor A: Pastor. Rev. Hernandes Dias Lopes - pág. 33

Você entende o que canta?

"Música para compor o ambiente Música para escovar o dente Música para fazer chover Música para ninar nenê Música para tocar...