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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Sangue nos olhos (Dia de fúria)


O nascimento de Jesus Cristo foi assim: Maria, a sua mãe, ia casar com José. Mas antes do casamento ela ficou grávida pelo Espírito Santo. José, com quem Maria ia casar, era um homem que sempre fazia o que era correto. Ele não queria difamar Maria e por isso resolveu desmanchar o contrato de casamento sem ninguém saber. Enquanto José estava pensando nisso, um anjo do Senhor apareceu a ele num sonho e disse:— José, descendente de Davi, não tenha medo de receber Maria como sua esposa, pois ela está grávida pelo Espírito Santo. Ela terá um menino, e você porá nele o nome de Jesus, pois ele salvará o seu povo dos pecados deles. Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor tinha dito por meio do profeta:“A virgem ficará grávida e terá um filho que receberá o nome de Emanuel.” (Emanuel quer dizer “Deus está conosco”.)Quando José acordou, fez o que o anjo do Senhor havia mandado e casou com Maria. Porém não teve relações com ela até que a criança nasceu. E José pôs no menino o nome de Jesus. Mateus 1.18-25(NTLH/SBB)

Ter o direito de irar é até razoável quando a ira não traz estragos maiores do que aqueles que já foram feitos, isto é, nossa inconformidade vai até onde os estragos já foram feitos! Minha ira e ou indignação não pode aumentar mais inda a gravidade da situação caótica que já estou inserido.

Nossa geração tornou-se iracunda! Iramo-nos por qualquer coisa e acredito que este fenômeno vem pela maneira como olhamos o nosso senso de justiça que hoje é individualista e descartável.

Acreditamos que temos o direito de pegar um taco de baseball e sair a esmo quebrando qualquer coisa nossa cultura violenta nos incita a este pensamento, como uma forma de extravasar tudo o que está incomodando.

Comumente há outra palavra usada para esses momentos de ataque de fúria descontrolada é o surto! Um ataque repentino e voraz que leva a atitudes impensadas de morte. Surtam por motivações banias.

O domínio próprio é um atributo cristão que não interessa a igreja cristã contemporânea. Vemos vídeos de lideres que estão a frente de igrejas que são destemperados que beiram as rais da loucura, babam e são mais agressivos que cães. Devemos aperfeiçoar-nos no exercício de fé diante das duras provas de paciência que somos exigidos sem perder a calma.

Em nossas discussões precisamos estar atentos as nossos justificativas quando estamos em uma lide. O que realmente me motiva a ter esse comportamento? Quero resolver e preservar o próximo ou quero somente manter minha imagem imaculada como um outdoor para que todos possam ver como minha reputação está acima do amor do perdão e da restauração daquele que amo?

José foi um dos personagens na Bíblia que menos se fala e acredito que por ele ter sido tão humilde os grande teólogos não perceberam como este homem foi tão relevante em ser e aceitar a missão de Deus para ser o pai do salvador da humanidade.

Um carpinteiro, homem simples que ao perceber que a sua amada noiva não estava grávida dele de forma sábia e por amor a Maria, José gentilmente resguardar a honra de sua amada. Para os padrões daquela época aquela situação era extremamente embaraçosa.
Ele não gritou e nem esbravejou não se irritou e nem foi buscar seus direito com os pais de Maria, simplesmente Deus fala com José e ele atende a voz divina e acolheu o filho de Deus dando-lhe o direito da primogenitura ensinando a única coisa que sabia fazer da vida a carpintaria.

José não lastimou não difamou e muito menos ofendeu outras pessoas acreditando ter o direito de casar-se com uma virgem pelo contrário foi humilde e maduro em compreender sua missão de acolher o filho de Deus em sua paternidade humana.

Devemos deixar a passionalidade!

É assustador vermos cidadãos comuns, trabalhadores e cumpridores de seus deveres, idôneos pais de famílias tendo acessos de fúria e descontrole odioso.

Precisamos aprender a resguardar as pessoas que amamos, e principalmente a nós, mesmo que no momento não compreendamos ou julguemos erroneamente ou até mesmo que os fatos sejam verdadeiros, pois acreditamos no perdão e por essa fé cremos na restauração de Deus sobre a humanidade pelo perdão!

Há uma inclinação natural dentro em nós que prontamente nos vitimizar nos tornando coitadinhos.

Esse post é um alerta para não piorarmos ainda mais o caos já instaurado. Não devemos nos tornar como uma metralhadora que dispara para todos os lados alvejando inocentes.
“Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira; nem deis lugar ao Diabo”.  Efésios 4.26-27 
 “Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo”. 1ª Tessalonicenses 5.9 
“Porque a ira humana não produz a justiça de Deus”. Tiago 1.20

Rev. Sandro M. Viana (Primavera de 2014 - Natal/RN)
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domingo, 4 de maio de 2014

Cuidado Divino

“Como pastor ele cuida de seu rebanho, com o braço ajunta os cordeiros e os carrega no colo; conduz com cuidado as ovelhas que amamentam suas crias. Quem mediu as águas na concha da mão, ou com o palmo definiu os limites dos céus? Quem jamais calculou o peso da terra, ou pesou os montes na balança e as colinas nos seus pratos? Quem definiu limites para o Espírito do Senhor, ou o instruiu como seu conselheiro? A quem o Senhor consultou que pudesse esclarecê-lo, e que lhe ensinasse a julgar com justiça? Quem lhe ensinou o conhecimento ou lhe apontou o caminho da sabedoria? Na verdade as nações são como a gota que sobra do balde; para ele são como o pó que resta na balança; para ele as ilhas não passam de um grão de areia”. 
Profeta Isaías Cap. 40.11-15

Acabei de acordar e ao abrir os meus olhos percebi que estava justamente no mesmo lugar que tinha adormecido na noite anterior e neste intervalo aconteceram milhões de coisas enquanto dormia e mesmo assim tive a certeza de que no outro dia acordaria e daria continuidade a minha apertada agenda de compromissos particulares. Neste exato momento não sei quantas vezes bateu meu coração, mas mesmo assim ignoro o fato de que nem mesmo controlo esta sofisticada bomba de carne e sangue. 

Celebramos nossas datas de aniversários como se fosse mérito nosso! Chegamos a esta existência pelas mãos de pessoas que não lembramos e nem sabemos, mas fomos recebidos por mãos que fizeram nosso parto. Espirramos involuntariamente e lembramos que somos habitação de milhares de seres microscópicos, vírus e bactérias, e inevitavelmente admitimos nossas doenças e assim vai por toda vida acreditando que somos deuses e eternos. Os últimos suspiros que antecedem nossa partida desta vida para a eternidade este corpo será entregue novamente a outros para o sepultamento e ainda assim estaremos aos cuidados do próximo. 

Acreditamos que temos o controle de todas as coisas de nossas próprias vidas, ledo engano! Esta meditação não é niilista nem pessimista e muito menos fatalista, mas uma linda descoberta poética existencial entre o céu e o coração humano onde nossas escolhas são iluminadas pelo Senhor que tudo governa. É por pensarmos que somos senhores de nossos destinos que não valorizamos as orações e nem a convivência mútua com o nosso semelhante. Quando estamos em grandes dificuldades lembramos que existe estes recursos espirituais. 

A humanidade sempre acreditou que esteve no controle de suas próprias vidas, mas só se deparam com suas incapacidades quando suas escolhas pessoais frustram suas próprias expectativas ou na óbvia natureza da vida como: Nascer, existir, envelhecer e morrer. Mesmo que vivamos alienadamente para nós mesmos ainda há alguém que governa e cuida deste pequeno planeta e que não dorme e nem atrasa, mas que cuida como um pastor de toda a humanidade. 

A humildade é um dos atributos humano que aperfeiçoa a visão dos filhos de Deus diante da vida que vivem. Sem humildade tudo se torna cinza e amargo.

Rev. Sandro M. Viana
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domingo, 9 de março de 2014

Mamom ou Cristo?


Indo Jesus debaixo de um escaldante sol num empoeirado caminho para celebrar a páscoa no morro do Alemão juntamente com seus amigos discípulos é parado com uma buzinada de uma luxuosa Range Rover Vogue. Dentro da pick-up está um brilhante e talentoso jovem que estudara Economia na USP mestrando em Harvard. Filho de uma tradicional, ortodoxa e conservadora família religiosa de usineiros, sempre se achou o centro das atenções acreditando que tudo orbitara ao seu redor. Em seu alinhado terno Armani fio 180 o seu Iphone não parava de tocar, pois sua agenda de compromissos era superlotada. Ao aproximar-se de Jesus diminui o som do rádio, abaixa o vidro e de dentro do veículo pergunta:

“Mestre, que farei de bom para ter a vida eterna?”

Jesus no meio da poeira levantada pela freada do carro responde: 

“Por que você me pergunta sobre o que é bom? Há somente um que é bom! Se você quer entrar na vida, obedeça aos mandamentos”. 

“Quais?”, perguntou o jovem.

Jesus respondeu:

“Não mate ninguém, não adultere, não furte, não minta, ame seus pais a ponto de honrá-los” e “Ame o seu próximo como a você mesmo”.

O jovem seguro de si mesmo num sorriso de comercial de pasta de dentes abaixa seus óculos Louis Vuitton e diz:

“A tudo isso tenho obedecido. Sou o primogênito herdeiro de uma tradicional família onde há sacerdotes e desde criança sou um assíduo cumpridor de toda a tradição da minha religião. Viajei o mundo todo! O que me falta ainda?” 

Disse-lhe Jesus:

"Se queres ser perfeito, vai, desapega e vende tudo o que tens no Mercado Livre, OLX ou Bom Negócio ponto com, e divulgue para seus amigos no Facebook e Twitter um vídeo beneficente no Youtube que você está me servindo numa comunidade dando aulas de reforço e violão em uma ONG pra adolescentes infratores e necessitados na Baixada, assim desprovido de si mesmo, gastando toda a sua brilhante inteligência, saúde e tempo servindo ao próximo terá um tesouro no céu!"  

O jovem ao ouvir as palavras de Cristo, acelerou ruidosamente o carro e retirou-se triste; porque possuía muitos bens.

Rev. Sandro Mariano Viana
Parnamirim/RN

Adaptado do texto de Mateus 19.16-22 da Nova Versão Internacional (NVI). 

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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Entre magos e reis uma reflexão sobre o Natal

Os magos ou mágicos não eram nem judeus e nem cristãos poderiam ser no número de 12 a 11, porém pelos presentes dados uma lenda datada de 735 D.C descreve três reis magos. Melchior homem idoso, de cabelos brancos e longas barbas que ofereceu ouro como presente. Gaspar seria jovem, sem barba e de compleição vermelha, ofereceu incenso; Baltazar de pele negra e barba cerrada ofereceu mirra. 

A estrela não era o cometa Halley, mas poderia ser uma conjunção dos planetas Júpiter e Saturno fenômenos estudado pelo cientista Johannes Kepler. 
Os magos por serem astrólogos quando perceberam a primeira formação dos planetas no oriente foi há sete meses por três horas antes do por do sol gastando cinco meses ou mais  para irem de Babilônia a Jerusalém.
Belém, o nome significa casa de pão, o que indica a fertilidade da região. Uma cidade que ficava a poucos quilômetros ao sul de Jerusalém. Foi descrita Efrata para não ser confundida com outra cidade chamada de Belém que localizava-se em Zebulom (Josué 19.15).

Herodes não era um prenome de uma pessoa e, sim, um nome de família. Pertencia a todas as gerações da casa ou dinastia dos Herodes. Não eram judeus, mas indumeus. O rei Herodes, o Grande, filho de Antípater era um obstinado e sádico assassino. Reinou sobre os judeus por 36 anos. Ordenara a morte dos filhos e de sua esposa favorita Mariamne. Todos os profetas já anunciavam o nascimento do messias, porém a nação de Israel foi lembrada pelos gentios que seguiam uma estrela. Herodes busca entre os principais sacerdotes no sinédrio alguma informação sobre o nascimento de Jesus o Cristo. 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Filhos de belial


Ano após ano comemoramos os dias das mães dos pais das crianças, celebramos nossos aniversários e como saudosistas afirmamos que na nossa época era muito melhor, pois acreditamos que fazíamos diferente e melhor e que hoje as coisas só pioram, o que está errado? Neste dia chamado dos pais podemos comemorar?

O dia dos pais não é tão badalado comemorado como o dia das mães e outras datas festivas, será que há uma explicação para isso? O que aconteceu com os pais? Por que não reivindicam os mesmos direitos de serem reconhecidos no mesmo pé de igualde como as mães? Será que os filhos amam mais as mães do que os pais? Ultimamente algumas militâncias atuam fortemente para que este dia se torne menos importante. O movimento gay o feminismo a dissolução das famílias que são potencializados por uma herança cultural de intolerância machista que ingressam milhares de meninas no martírio de serem mães solteiras, a violência contra mulheres e crianças que só depõem contra a celebração desta data. Nesta reflexão a Bíblia descreve alguns homens que foram ótimos e dedicados sacerdotes, profissionais, mas falharam com pais.

O grande profeta Eli era sacerdote, juiz sobre a nação de Israel e tinha dois filhos: Hofni e Finéias. Esses jovens furtavam as ofertas do templo, profanaram, mantinham relações sexuais ilícitas com as moças da igreja, mentiam e eram desobedientes. Por esses frutos praticavam o que era mau perante o Senhor. Eli foi advertido pelo povo sobre a má conduta de seus filhos. No livro do profeta Samuel a descrição clara desses jovens era a mais real e horrenda: Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial e não se importavam com o SENHOR. 1 Sm. 2.12.
O que aconteceu com Eli? Podia legislar pregar e corrigir o povo, mas não consegui salvar a sua própria casa? O triste fim desta história é que os dois filhos de Eli em suas insanidades morrem em um campo de batalha e o profeta aos noventa e oito anos quando soube da fatídica notícia da morte de seus filhos cai da cadeira de onde estava sentado quebra o pescoço e morre. Como a Bíblia não é um conto de fadas e nem uma novela mexicana os filhos de Eli são descritos como filhos de Belial isto não porque eles tivessem nascido em um lugar, região ou uma cidade com o nome de Belial, mas porque a sua forte conotação na língua hebraica significava como de indignidade ou iniquidade, isso indicava uma pessoa indigna, embora a expressão possa assumir o sentido mais forte na língua hebraica de agente de Satanás no Novo Testamento torna-se sinônimo de Beelzebube usado pata indicar o anticristo1.      

Ser professor, engenheiro, empresário, funcionário público ser bem sucedido ter uma linda e brilhante carreira profissional é até alcançável basta ter tempo e força de vontade o grande desafio é criar nossos filhos sob o bom exemplo que podemos dar. O bom testemunho de nossa fé de nossas crenças. Você pode até começar uma nova e boa sucedida carreira, mudar de profissão, especializar-se, mas criar filhos só poderá fazê-lo uma única vez. Mudar o coração dos filhos pelo nosso exemplo e amor. Os filhos são frutos que refletem nossos valores morais e espirituais eles vivem conosco. Jesus adverte justamente sobre isso: Porquanto cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Porque não se colhem figos de espinheiros, nem dos abrolhos se vindimam uvas. Lucas 6:44.

Como nossos filhos são reconhecidos em nossa comunidade? São bênção ou maldição? Anjos ou demônios? As novas gerações de jovens tem apresentado uma forte inclinação ao fútil a perversidade a e violência como valores cultivados isso é reflexo ou fruto das gerações que os antecederam.

A desumanização e o mal aumentam e se aperfeiçoam, pois como árvores não estamos dispostos a abrir mão de nossos interesses em detrimento de um investimento num futuro melhor tanto para os nossos filhos quanto para nós mesmo. Lembre-se! As lições mais profundas ensinadas pelos nossos pais foram impressas em nossas almas sem serem ditas uma única palavra. Atitudes, olhares, toques, expressões faciais, gestos que ensinam mais do que palavras. Valores carregados em nossos corações que refletem princípios, fé e amor e influenciam diretamente os jovens. Tocar o coração dos jovens é alcançar o futuro! Basta saber como queremos ensiná-los. Quero comemorar esta data sabendo que meus filhos não são bestiais de Belial, mas celestiais!  Feliz dia dos pais!

1 Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia, volume I, pág 487. R.N. Champlin
Rev. Sandro M. Viana


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segunda-feira, 25 de março de 2013

Recall de Corações


“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados” Ef. 2.1

Recall é uma palavrinha do inglês que significa "chamar de volta", "chamamento". Hoje quando um produto apresenta defeitos de fabricação os proprietários são avisados a retornarem aos fabricantes para efetuarem trocas de peças defeituosas ou de todo o produto.

No livro de Gênesis, Deus criou o mundo e tudo o que nele há. Criou perfeitamente sem a presença do pecado sem defeitos. Criou o homem com características especiais de escolhas e livre-arbítrio. Como parte integrante dessa grandiosa obra o colocou como mordomo. Um homem perfeito sem pecados no uso pleno de sua liberdade de fazer escolhas, porém em uma escolha terrível optou pelos seus próprios conselhos e assim abandonou as suas consequências foi de abandono a Deus. Este é o relato da maior tragédia da história humana, a entrada do pecado e toda a sua corrupção na vida dos seres humanos e em toda a criação. 

Essa escolha trouxe sérias implicações manchando suas almas, alterando sua essência e a de todo o meio-ambiente ao seu redor. Tudo foi afetado, tudo foi alterado. O homem tinha como vocação natural viver em comunhão com Deus e cuidar da criação, porém sua escolha o colocou como inimigo. A Bíblia nos revela que Deus em seu imenso amor chama os pecadores para uma reconciliação. O problema espiritual e moral da corrupção do coração do homem não estavam no Criador, mas na escolha dos nossos primeiros pais. O defeito ou o problema não estava em Deus, mas nos homens. É importante sabermos que os primeiros pais foram representantes genuínos da humanidade, pois não possuíam pecados, eram perfeitos e maduros. 

A Bíblia nos ensina que Deus usa de misericórdia e graça para restaurar nossos corações pela obra de seu filho Jesus Cristo. O Senhor nos chama com amor, clemência e benignidade para restaurar corações. Só o Criador pode restaurar o ser humano para uma vida plena na sua comunhão.

Pastoral Boletim Informativo da IP. Parnamirim/RN. Domingo de 24/03/2013. 

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domingo, 6 de janeiro de 2013

O Pop Não Poupa ninguém

“Estando Jesus orando à parte, achavam-se presentes os discípulos, a quem perguntou: Quem dizem as multidões que sou eu? Responderam eles: João Batista, mas outros, Elias; e ainda outros dizem que ressurgiu um dos antigos profetas. Mas vós, perguntou ele, quem dizeis que eu sou? Lucas 9.18-20

Em 1981 na Praça de São Pedro no Vaticano, o Papa João Paulo II foi baleado gravemente por um atirador turco que era membro de um grupo militante fascista. Na década de 1990 a banda de rock gaúcha Engenheiros do Hawaii emplacou um grande sucesso com o nome “O Papa é Pop”. É uma crítica de como qualquer assunto até trágico pode render grandes lucros para as grandes mídias. Tudo que é popular ou pop torna-se alvo de consumo, até assuntos bizarros.


“Todo mundo tá revendo
O que nunca foi visto
Todo mundo tá comprando
Os mais vendidos

É qualquer nota,
Qualquer notícia
Páginas em branco,
Fotos coloridas
Qualquer nova,
Qualquer notícia
Qualquer coisa
Que se mova
É um alvo

E ninguém tá salvo...

Todo mundo tá relendo
O que nunca foi lido
Tá na Caras
Tá na capa da revista

O Papa é Pop,
O Papa é Pop!
O Pop não poupa ninguém
O Papa levou um tiro
À queima roupa
O Pop não poupa ninguém
Uma palavra
Na tua camiseta
O planeta na tua cama
Uma palavra escrita a lápis
Eternidades da semana”.

A canção descreve o inacreditável, aquilo que um dia não imaginaríamos que fosse objeto de consumo, porém numa sociedade POP tudo vira produto e serviço. O sagrado é mais um produto no shopping das vaidades humanas, ninguém está salvo! Nessa crítica a pessoa de Jesus Cristo é a mais explorada, mercantilizada e o mais pop, isto é, Jesus assume todos os tipos de formas para o consumo de um exigente mercado de fiéis.

A teologia e as grandes ferramentas da interpretação bíblica (exegese e a hermenêutica) foram trocadas pelo marketing. As interpretações passam antes pelas demandas de consumo e cria-se um novo cardápio de novos cristos.

Jonh Stott em seu livro Ouça o Mundo Ouça o Espírito afirma que: “Durante toda a história da igreja Jesus Cristo tem passado por um processo de repetida crucificação. Ele tem sido açoitado, machucado e trancafiado na prisão de incontáveis sistemas e filosofias. Tratado como um corpo de pensamento, ele geralmente tem sido rebaixado a sepulturas conceptuais e coberto com lápides, a fim de que não possa ressurgir e causar-nos mais problemas... Mas este é o milagre — que dessa sucessão de sepulturas conceptuais Jesus Cristo sempre e sempre ressuscita de novo! Sempre e sempre de novo, a figura de Jesus tem sido terrivelmente amputada... a fim de adaptar-se ao gosto de cada geração".
Esses cristos “Frankenstein” criados pelos homens deforma a fé de muitos que tentam conhecer o verdadeiro Cristo bíblico. Hoje o gosto de freguês é diversificado há: O Jesus pop star, psicólogo (terapeuta), operário, filósofo, comunista, super-herói, professor, mártir, gerente de banco, homem de negócios, homo afetivo e por onde a imaginação dos manipuladores e simpatizantes possa moldá-lo conforme seus interesses.

A pergunta de Jesus é extremamente relevante para os nossos dias! “Mas vós, perguntou ele, quem dizeis que eu sou?” A resposta para esta pergunta é esta: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem”. João 10:27. A igreja é a única quem poderá responder no meio de tantos estereótipos e falsos cristos que foram pulverizados pela grande mídia gospel. Que o verdadeiro Cristo se levante no meio de tanta enganação e manipulação.

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

O fim do mundo e a esperança do Natal


"Quero trazer à memória o que me pode dar esperança".
lamentações 
3:21

Está marcada mais uma vez pra o dia 21 de dezembro de 2012 uma viagem sem retorno para toda a humanidade. É o fim do mundo, o apocalipse, a extinção de toda a raça humana. Desta vez o anúncio veio de uma profecia Maia. Para os desesperançados de plantão os “sobrevivencialistas”, um grupo de pessoas pessimistas que estocam grandes quantidades de alimentos, bebem a própria urina e se armaram até aos dentes aguardando o fim de tudo, afirmam que o epílogo ocorrerá através de ameaças externas como: uma colisão da Terra com um planeta chamado “X”, a reversão dos polos da Terra, tempestades solares e até o alinhamento dos planetas. Nada disso irá acontecer pelo menos é o que garante a agência espacial norte americana, responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial a Nasa.

As profecias sobre o fim do mundo sempre habitou o imaginário humano e isto se torna mais intenso quando do término de um período ou o consequente declínio de um império ou o encerramento de um ciclo histórico levam as pessoas dentro de suas épocas a um pensamento coletivo comum apocalíptico.

Os fenômenos naturais como: tsunamis, erupções vulcânicas, terremotos, maremotos, períodos de grandes estiagens e enchentes são potencializados com a interferência insensata humana, quando não deveriam aproximar-se ou até construir em áreas de riscos.

A verdadeira profecia que ninguém quer admitir é a morte do homem! Ao contrário das previsões propaladas hoje, o fim do mundo de fato já veio! Pela morte moral de homens de mentes e corações insensíveis a vida. Os sinais são evidentes sobre a eminente extinção da humanidade: A exploração dos seus semelhantes o envenenando e a destruição insana do meio ambiente que superaqueceu o planeta. Mercadejaram suas almas e não aprenderam a conviver com o próximo.

O grande problema do conceito de fim do mundo está na incapacidade humana de uma auto salvação de si mesma! Salvar-se de que, de quem ou do quê? O imaginário coletivo catastrófico é extremamente minimalistas diante das tentativas de fuga de si mesma e dos sofrimentos. O fim da raça humana através de colisões de objetos vindo do espaço é uma tentativa “eutanástica” suicida que para muitos que já estão agonizando a muito tempo e não querem mais sofrer abreviando suas existências de forma instantânea.  Essas previsões apesar de calamitosas são extremamente adequadas para aqueles que estão fugindo dos sofrimentos.

Em toda literatura religiosa há livros profetas e profecias apocalípticas. Para muitas pessoas que não conhecem o livro e o contexto de Apocalipse seu conteúdo é de grande esperança! Não é um livro maldito carregado de figuras de linguagem desconexas e de maldições. 


Lamentavelmente há muitos cristãos que embarcaram nesta desesperança coletiva secular e já estão agonizando nesta vida acreditando de forma equivocada que Jesus Cristo deve voltar o mais rápido possível para retirá-los dos sofrimentos que estão passando ou que Deus venha vingar-lhes suas causas materialistas.

Hoje o pensamento comum do homem ocidental, místico, supersticioso, pós-cristão e pós-moderno evidencia a condição da natureza de sua incapacidade total de auto salvar-se que seja de fatos alheios ao seu controle e a sua condição de morte espiritual e moral que se reflete numa sociedade global que cultiva o efêmero, os excessos e as paixões de um coração vazio de princípios, valores e sentido. Depois de séculos de sacrifícios, altruísmo, obediência e recompensas estamos num tempo de valorização dos desejos, de liberação dos prazeres.

O fim do mundo é mais grave pelo fato da solução ser tão óbvia próxima e possível, mas as pessoas não querem mover-se nesta direção pela comodidade do individualismo narcisista que matou o pensamento altruísta do coletivo. Uma sociedade que “evoluiu tecnologicamente”, mas que não abre mão de seu conforto hedonista e não estão dispostos a solucionar, pois preferem perder tudo a dividir com o próximo.

O fim do mundo é caminhar na contra mão da natureza das coisas, o óbvio, como: Buscar vidas em outros planetas a amar o semelhante como a si mesmo, gastar bilhões de dólares na indústria bélica a investir em pesquisas em novas vacinas, aplicar tempo e erário em naves espaciais e fugir do ÚNICO planeta que tem todas as condições que nos garantam vida. Não estamos dispostos a arrumar esta casa chamada Terra é melhor elucubrar com as demências dos homens mortos e explodi-la, eliminá-la, pois nos tornamos incapazes e indignos de cuidarmos deste lindo planeta azul.

Diante das desesperanças das profecias humanas e da natureza do coração vazio, veio a nós o Salvador encarnado em forma humana para fazer nascer em nossos corações vida que é eterna. Nós nos alegramos e celebramos o Natal que é o nascimento de Jesus a esperança do pecador que olha com simplicidade o amor gracioso de Deus e recebe em sua vida a dádiva da salvação pelo sacrifício e méritos do Senhor Jesus. O nascimento de Jesus Cristo é o nascimento da esperança de um mundo caído que será restaurará através da vinda do Reino de Deus através de seu povo. Este planeta não será aniquilado como os falsos profetas anunciam, pois será restaurado pelo supremo Criador e pelos corações transformados pela maravilhosa Graça.


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domingo, 7 de outubro de 2012

O urgente e o importante


Nesses dias tão estranhos, hoje, tudo se torna urgente menos o importante! O ritmo frenético dos nossos dias pulsa no bolso e compele os corações que afligem as consciências e desembocam num senso de preocupação permanente. As agendas das pessoas estão atulhadas de compromissos que esconde um abismo intransponível de um vazio de sentido existencial que não permite o mínimo de espaço se quer para o essencial só para o urgente.

A correria do dia a dia cria hábitos de soluções instantâneas que aliena e manipula as pessoas. São atitudes de uma crença mágica de uma vivência ilusória aonde tudo aparentemente se resolve imediatamente. É só abrir um pacote de um produto efervescente, pronto! Resolveu.

Os entretenimentos são modalidades modernas que consomem o tempo precioso e que esvai instantes de vida com o que não é importante transformando tudo na vida em urgências.
                                                                                                                
Em um mundo que foi acondicionado a consumir dejetos visuais e auditivos não se consegue conviver com o silêncio, a meditação e a reflexão, isso agride aos ouvidos adequados com ruídos e luzes frenéticas. A agitação se impõe ditatorialmente sobre os espaços da reflexão. Refletir e pensar lançam os seres humanos num ambiente desafiador. O tempo para a reflexão hoje traz culpabilidade sobre as consciências num mundo utilitarista e pragmático.

“A ordem dos fatores altera o resultado do pensamento” pelo fato de como compreendemos o significado do urgente diante do importante. Como priorizamos o essencial em detrimento do urgente.  
                                                                                                              
A cada amanhecer executamos rotineiramente frias atividades esquecendo-nos de nós mesmo e dos semelhantes que estão ao nosso redor nos amando, acreditamos religiosamente que construiremos o edifício do nosso “ser” pelas vias daquilo que temos ou adquirimos. Ser pelo que possuímos e para isso muitos negociam suas almas nos mercados da vida parcelando mensalmente suas horas de trabalho sacrificando sua convivência familiar e com Deus. Não sobra tempo para olhar nos olhos daqueles que amamos e os entregamos a estranhos que acreditamos que amará e cuidará melhor do que nós. Terceirizamos nossos sentimentos, delegamos ao estranho nossos filhos e família com a desculpa de que o que fazemos será o melhor para todos.

A legião de ansiosos aumenta a cada dia rendendo-se as suas agendas invertidas de valores. Trocaram o essencial pelo urgente tornando-se escravas de seus compromissos inadiáveis que na realidade nunca existiram. O essencial só é desvendado quando o urgente se dissipa como fumaça nas vicissitudes da vida.

Nossas vidas reduziram-se aos: “express”, “automático”, “online”, “fast”, “smart”, “self”, e “descartável”, onde banalizamos o essencial e priorizamos o irrelevante. São dias de incomuns e contraditórios valores de vida. Para uma geração que hiper valoriza as experiências emocionais não consegue compreende o valor das percepções mais básicas e fundamentais que se possa provar.

O moderno cristianismo não sabe mais o sentido da oração e da meditação. As novas gerações de cristãos carregados da “cultura do urgente” não compreendem e ainda não adquiriu o hábito correto da oração, meditação e reflexão. A meditação cristã não é supersticiosa, mística, mágica e nem instantânea.  Adquire-se com práticas diárias da leitura de fartas porções da Bíblia e a disposição de momentos de quietude em oração e reflexão. A impaciência das pessoas que participam dos modernos cultos não permite momentos de orações reflexões sobre a vida, pois o silêncio atrapalha o culto aos homens.

A sociedade “expresss” impõe às pessoas a urgência religiosa onde a paciência e a obediência são assolados constantemente, pois as pessoas foram acondicionadas e uma resolução dos seus problemas com os “abra cadabras”. A vida tecnológica induz a uma falsa realização de sonhos e desejos. As dificuldades da vida não se resolvem com uma ligação de um “smartphone” ou por um acesso aos Google, enviando mensagens para a “oração MSN” ou ao apertar o uma tecla do controle remoto as realidades são mudadas instantaneamente. A cultura “online” tapou a visão correta da realidade e as pessoas não querem aprender com o sofrimento tornando-se para sempre um Peter Pan, onde nunca crescem nem amadurecem e assim, tornam-se intolerantes, infantis, egoístas, esquisitas, bizarras e medonhas, pois não conseguem conviver na companhia do próximo.

A herança da sociedade “fast”, “smart” e “self” é envelhecer com uma boa aposentadoria na maior das solidões.

“Quando nossos sentimentos (o amor) não são tratados como essenciais se tornam mais um assunto das agendas atulhadas das urgências. Perde seu propósito resultando numa amarga e imperiosa obrigação a se cumprir”.

O dia de hoje deve ser tratado com a máxima importância e consciência, pois “o tempo não para” e a vida deve ser experimentada, sentida, vivida, percebida. Busquemos a sensibilidade da vida que vivemos. Puxe o feio de mão de suas rotinas e reavalie, não feche os olhos diante da sua vida e não permita que você se torne um covarde escravo e omisso com a maior bênção que você recebeu a sua vida.

Não somos vítimas, e precisamos cuidar de nossa natureza para não nos tornamos reféns de nossas paixões. 
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domingo, 30 de setembro de 2012

A Urna Corrompida


É muito comum ouvir pessoas afirmarem que não discutem sobre política e muito menos sobre religião o grande problema está na prática, pois não existe ninguém nulo ou isento de ideologias políticas ou crenças religiosas por mais que fujamos do confronto não há como negar essas realidades querendo ou não sempre decidimos ou cremos em algo a respeito sobre estes temas.


A omissão é um comportamento que reflete uma tentativa desesperada de fuga que somente prorroga o óbvio, isto é, mais cedo ou mais tarde teremos que enfrentar nossas consciências sobre temas tão relevantes e que interferem diretamente no dia a dia na vida de cada cidadão.

Temos o costume de ficarmos em nossas trincheiras confortavelmente atirando contra tudo e contra todos que estão dentro das estruturas do Estado (governo municipal, estadual e União).

Não existe maior pena que possamos experimentar quando o voto que depositamos nas urnas nos torna reféns de nós mesmos e ficamos presos num Estado inerte e incompetente.

Nas rodas de conversas geralmente não falta as críticas políticas, pois é um costume dos brasileiros achar um político para “malhar o judas” e começar a falar como ébrios culpando tudo o que acontece e dando como por única responsabilidade aquele que a anos está no ofício de corrupto pela confirmação de seus eleitores corruptos.

A corrupção das urnas tem cara, seus efeitos mais nefastos estão sobre a vida de todo cidadão, com a face dos discursos megalomaníacos de promessas prevaricadas e que respinga sangue inocente em políticas de segurança públicas desleixadas, superfaturamentos das ambições de agentes públicos que matam, furtam e destrói a esperança que nasce todos os dias e que deveria caminhar para as escolas, porém foi  trancafiado o futuro deste país na construção de presídios.

Percebemos claramente que as omissões das escolhas dos eleitores são decididas no dia a dia nos hospitais em que um médico deverá optar em quem deve viver ou não por falta de leitos e medicações ou nas escolas que se transformam em depósitos e ringues de crianças. Estamos a uma semana de nosso exercício político diante das urnas para mais tarde experimentá-la diante de em um leito de hospital, se houver, numa fila para matrícula de seu filho na escola, se houver vaga ou diante da delegacia, se houver.

Nestes dias que antecedem as eleições municipais o povo é elevado como honesto e idôneo. Um político pode se corromper, mas votar em um corrupto político é prova sumária de como o povo pode ser tão pervertido quanto aquele que os governa.
                                                                                                                                                
O mundo não foi criado corrompido, porém a corrupção é um dos males que envenena as relações e que deve ser varrida de nossas vidas diariamente, assim como lavamos nossas roupas ou nos asseamos devemos exercitar nossas consciências com princípios elevados para que não nos rendamos a nossa própria natureza corrupta. 

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