domingo, 24 de junho de 2012

Coração verde, um retorno ao paraíso


“Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom”. Gn.  1:31a

Rev. Sandro Mariano Viana

O livro sagrado, a Bíblia conta a origem da humanidade que foi colocada em um lindo jardim chamado Éden. Lá habitava a proposta mais surpreendente e perfeita de criação. As mais lindas e diversificadas espécies de seres viventes, livres em seus ambientes, vivendo harmoniosamente, anunciando o esplendor de seu Criador. Como coroa de toda esta formosa inspiração criacionista é posto um ser a imagem e semelhança de seu Autor com atributos que nenhuma outra criatura possui.

O ser humano nesta composição criativa, detentor de livre arbítrio, foi comissionado com o ofício de gerir a criação, porém esta aprazível narrativa bíblica é interrompida com uma abrupta mudança nos destinos da humanidade. Os legítimos e capazes representantes da humanidade, Adão e Eva, decidem se tornar como deuses, conhecedores do bem e do mal e ingressam todos os seus descendentes nesta odisseia de infortúnios existenciais.

Hoje o retorno ao Éden passa pelo caminho do coração. As transformações diárias e constantes de nossos caminhos apontam para uma conversão criativa e ética do Reino de Deus aqui na Terra.

O planeta Terra, o jardim de Deus, para a humanidade sempre esteve ameaçado com as condutas humanas, o problema é que hoje estamos em um beco sem saídas, pois todos os recursos naturais foram exauridos e não há mais como continuar nesta caminhada de destruições pensando o mundo da mesma maneira como se pensou, destruir para consumir. O ritmo pós-moderno contemporâneo de viver torna tudo obsoleto em menos de dezoito meses. Na contramão da sustentabilidade o viver descartável invadiu o cotidiano do “pacato cidadão” influenciando sua conduta.

Os grandes temas mundiais como a sobrevivência do planeta e o futuro que as novas gerações, estarão nas escolhas corretas e mudanças que precisam acontecer hoje, esta é a herança que deixaremos para as próximas gerações.

A insustentável sustentabilidade da ética humana no cuidado do Planeta, nossa conduta no cuidado da coisa divina precisa urgentemente de mudanças que ocorram primeiramente dentre de nós.

Vinte anos depois da Eco 92 a Rio + 20 (Mais Vinte) traz a tona discussões sobre o conflito entre  sobrevivência básica da maioria dos habitantes do planeta contra os interesses de uma minoria que detém o capital pela escravidão de muitos.

Neste jogo de sobrevivência os interesses são os mais plurais. Os ambientalistas e “ongs” de preservações tentam desesperadamente conscientizar as novas gerações quanto a obrigação de se preservar a vida. 

Para trabalhar a preservação ambiental é necessária uma campanha de reciclagem de corações de pensamentos, uma despoluição mental, diminuição dos altos índices de egoísmo e ganancia que foram diluídos em nossa fonte de esperança. Sentimentos tóxicos como, a insensibilidade e o individualismo, são energias radioativas nocivas à paz e a união. Enquanto o homem não for limpo de sua natureza pecaminosa os discursos serão como lindas canções que trarão alegria momentânea e não haverá forças renováveis suficientes para as transformações tão necessárias que garantam a sobrevivência das novas gerações.

Publicado no Boletim Informativo da IP Parnamirim-RN em 24/06/2012 




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segunda-feira, 18 de junho de 2012

A Teologia das Redes Sociais


(A Teologia do Facenstein = Facebook + Frankenstein)
Rev. Sandro Mariano Viana

Na evolução das comunicações globalizadas passamos pela carta, rádio, código morse, telefone (satélites), televisão e agora a grande sensação do momento a Internet. Ela consegue abraçar todas as modalidades separadamente ou juntas no mesmo meio: textos, imagens, vídeos e áudios.

Na década de oitenta popularizou-se o “vídeoclip” que é a junção das mídias de áudio musicais ao vídeo. Os grandes propagadores deste meio foram Elvis Presley, Beatles e Michael Jackson.

Hoje pela Internet as pessoas se encontram, namoram, trabalham e até organizam-se em movimentos sociais e revolucionários. O fenômeno mais recente, organizado na Internet ocorreu nos países árabes e que foram fomentadas neste novo campo de batalha. É por essa mídia que milhões de anônimos se destacam com seus pensamentos publicados em blogs e redes sociais. Nunca houve na história da humanidade uma democratização do pensamento como a que temos experimentado. As pessoas se aproximam dentro de grupos por perfis de pensamentos ideológicos que melhor lhe familiarizam. Essas pessoas são chamadas “seguidores”.

Neste novo contexto de uma sociedade interconectada, atos e ações são acompanhados vinte quatro horas por dia em “micro blogs”. Atitudes tão triviais do dia a dia são postadas e logo viram notícias.

A grande característica das mídias sociais está no fato de se produzir uma informação a partir de uma coleta de dados em textos, fotos, músicas e vídeos. Editar, cortar, copiar, colar, adicionar e importar, todas essas ações criam um grande “Frankenstein” ideológico. São postados milhares de imagens e vídeos caseiros com o propósito de expor seus pensamentos e receber dos “seguidores” um reconhecimento pessoal que é retro alimentado. Há uma luta ideológica de exposição pessoal numa tentativa de convencimento por aquilo que se posta. É uma nova modalidade de luta ideológica.

Os relacionamentos reais também já se influenciaram com as regras das redes sociais, isto é, se os comentários não forem conforme o que penso, logo desfaço a amizade, é rápido e indolor, basta clicar.


Bonitinhas e infames são as milhares de mensagens divulgadas com fotos em fundos musicais e frases de efeitos que não permitem uma reflexão com profundidade, pois a imagem e a música associadas ofuscam no inconsciente a mensagem que se gostaria de proclamar claramente.

A fraqueza e mediocridade de uma reflexão de pensamento tem predominantemente nivelado por baixo todos os que estão dentro das redes sociais. São raros os casos de vida inteligente no meio de uma enxurrada de assuntos sem sentido.
As pessoas já descobriram que podem produzir mensagens manipuladoras com o uso de imagens de natureza, crianças, animais, idosos, casais, anjos, Jesus etc.

É uma grande colcha de recortes de imagens, fotos e frases. Com isto se propagam mensagens pessoais que influenciam como verdades para outros.

A arte da charge sempre foi inteligente, crítica e relevante, pois uma imagem era construída sob uma mensagem. Hoje as imagens influenciam as ideias. O processo está invertido.

A teologia das redes sociais é aquela que se preocupa com o que se pode ver e não compreender. É um ambiente carregado de achismos e palpites, recortes mal elaborados, tendenciosos sem fundamentação bibliográfica que possui a característica de expor a compreensão popular de conhecimentos genérico sobre tudo e sobre Deus. Um dos problemas da teologia das redes sociais é que ela não tem cara nem identidade tudo é dito através de imagens de forma reducionista, não há uma fonte segura e verdadeira.

Desperdiçar tempo navegando em redes sociais com assuntos fúteis é jogar seu tempo no lixo. Utilize-o para um aprendizado saudável e sólido sobre a fé cristã. Leia bons livros de literatura, ouça boas músicas. Cuidado com as redes sociais, pois não é lugar de se aprender sobre as verdades eternas. Não é pecado usar as redes sociais, mas deve se usada com um bom proveito, postando sempre bons comentários, versículos, poemas, canções etc.

Publicado no Boletim Informativo da IP Parnamirim-RN em 17/06/2012
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segunda-feira, 11 de junho de 2012

A Crise da existência e a relevância do Evangelho


A Crise da existência e a relevância do Evangelho
Sandro M. Viana (Natal-RN)

“Quando o coração se me amargou e as entranhas se me comoveram, eu estava embrutecido e ignorante; era como um irracional à tua presença. Todavia, estou sempre contigo, tu me seguras pela minha mão direita. Tu me guias com o teu conselho e depois me recebes na glória”. Salmo 73.21-24

Vivemos em um mundo em constantes mudanças.  Países, sistemas financeiros, governos, a cultura, as religiões, a ciência, tudo está num constante dolorido parto de transformações.

A mídia nos arranca de dentro de nossos sossegados e confortáveis mundos arremessando-nos para o meio do fogo e fumaça dos conflitos sociais e globais expondo as realidades da vida.

As agonias, as incertezas, os anseios, os conflitos expõem a cada nova geração a busca pelo sentido da existência, mesmo em meio ao furacão de dias pós-modernos, onde os sentidos e valores foram triturados e relativizados.
As ciências sociais, a medicina e todos os tipos de terapias estão à disposição da humanidade com tentativas de curas para doenças e distúrbios emocionais incompreensíveis.

As “agendas” com valores e compromissos que são impostas sobre a vida da sociedade contemporânea levam as pessoas a se inserirem em uma maratona onde há uma multidão correndo e você precisa “urgentemente” entrar nessa corrida. É dessa maneira que somos inseridos  na correria da “vida” e passamos agora a não ter mais tempo. Há sempre algo a se fazer, sempre estará faltando alguma coisa. Por trás deste fenômeno há a fuga do vazio de significados de sentidos. A agenda deve ser preenchida o mais rápido possível, pois assim passará mais rápido e não sobrará “tempo” para de fato refletir, pensar a própria vida.

A falta de tempo faz com que as pessoas se alimentem mal, escolham na pressa, os sofrimentos, os anseios, e as angustias da agenda da correria do dia a dia acaba impondo um ritmo frenético de alienação e insensibilidade. Os antidepressivos, calmantes confirmam a morte ainda em vida da fuga de realidades.

domingo, 13 de maio de 2012

Mãe


Janela que acolhe
Terra que recebe
Berço que gera

Porta de alcance
Chão do saber
Mesa de ofertas

Saguão de ingresso
Caminho evidente
Espelho refletido

Cozinha que comunga
Estrada que liga
Fogão que alimenta

Quarto que guarda
Rota que converge
Cama que consola

Sala que regozija
Senda que alegra
Tanque que sustenta

Somos o que nossas mães geraram em nós. 
Sandro M. Viana - 12/05/2012

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segunda-feira, 12 de março de 2012

Igreja é família


“Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam”. Lucas 8:21


Das melhores lembranças de minha infância lembro-me quando meus pais aos sábados preparavam-se para nos levar a casa do meu avô paterno, Martinho Viana, no subúrbio do Rio. O “Velho Viana” como todos o chamavam se assentava na cabeceira da mesa e catando feijão preto separava as pedras e palhas aos assuntos do cotidiano dos filhos que ao seu redor ficavam. 
A panela de pressão no fogão anunciava que era dia de reunião familiar. Era uma festa, todos falavam ao mesmo tempo, sorriam e se alegravam uns com os outros numa saudável companhia. Os pratos postos na mesa eram servidos de uma deliciosa comida temperada de amor e degustada com boa prosa intima.
As crianças corriam ao redor da mesa atravessando a cozinha adentrando a sala e os quartos como se fossem flechas. Era uma gritaria só! “Tatá pare de correr se não vou lhe dar uns cascudos” Tio Quinca aos berros e vermelho de raiva esbravejava com o filho mais velho de meu tio Milton o primo primogênito da família. Eu era o segundo da linhagem dos bagunceiros na vida da família de meu avô. Kátia era a prima dorminhoca e preguiçosa, filha do tio Luiz e Zilda. Sulamita por ser um pouco maior era a mandona do pedaço e as brigas sempre começavam com ela, filha da tia Jane. Alexandre era o neto mais novo da família e o comilão. Quando acabava a margarina, derramava azeite no pão. Coisas da infância.
Com todas as diferenças que existam em cada membro da família a convivência familiar tem o poder de influenciar positivamente com seus princípios e organização. A dinâmica de uma igreja é a de uma grande e eterna família que unirá todos os filhos de todas as gerações ao redor do Pai. Deus Pai nos chama como filhos para momentos de convivência e comunhão nesses dias. 
O grande desafio da igreja está na compreensão do viver em comunhão com pessoas tão diferentes e imperfeitas. É na igreja que as pessoas se unem e reúne por uma única causa, o amor. A compreensão de igreja para a maioria das pessoas que não a conhece é construída sob um mito ou ideal de membros perfeitos que não pecam e nem erram mais. Esta visão é equivocada, pois a Igreja é lugar de pecadores. Lugar de pessoas que estão num processo de melhoria contínua (santificação) e que terminará com o findar de suas existência através da morte ou pela segunda vinda de Cristo. 

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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A mídia e a inversão de papéis


Amigos da escola e inimigos da família? 

No dia 9 de setembro estreou a nova campanha publicitária do projeto Amigos da Escola patrocinada pela “mega” rede de televisão, Rede Globo. São três filmes sobre o tema "Educação e Valores”. Em um dos vídeos há a história de dois jovens descarregando computadores de um caminhão em uma sala. Um dos rapazes sai da sala e afirma ao companheiro que há tantos computadores que ninguém desconfiaria da ausência de algum sequer, imediatamente o rapaz que ouve a sugestão do amigo volta ao passado em sua imaginação e se lembra de quando era criança e que tinha aprendido na escola com sua professora a valiosa lição de honestidade, devolvendo os lápis junto com seus amiguinhos após uma atividade.  O que há de errado nisso? Será que me tornei insensível ante ao lindo quadro pintado com tamanha intensidade emocional? Calma! Ao analisar o vídeo surgiram as seguintes perguntas: O que existe por trás desta propaganda? Qual é a ideologia defendida?  De quem pertence à responsabilidade do ensino e transmissão de valores? Da família ou da escola? Será que a proposta do projeto “amigos da escola” é decretar de vez a falência das famílias e transferir para a escola a árdua tarefa de ensinar valores para as crianças assim como português, matemática, ciências, etc.?

Valores são ensinamentos eternos que carregamos dentro de nossos corações que pautam nossas condutas e nos dá uma cosmovisão depurada e cidadã. Princípios são “passados” com o testemunho vívido de pais ou responsáveis amorosos. Só o discurso sem a prática não sedimenta valores, mas anarquiza, banaliza e coloca em descrédito princípios fundamentais para as novas gerações. Assim como um feto repousa tranquilamente e tem sua formação no ventre de sua mãe a família é o ambiente propício e adequado para esta rica aquisição de valores. Princípios são ensinados com o testemunho de valores vividos na convivência dos pequeninos com adultos dentro de uma relação familiar saudável com amor e compromisso.
Valores determinam caráter, é herança que se passa de pais para filhos e que moldam a ética!

Propor uma ideologia de terceirização de valores imputando para a escola esta responsabilidade é mais uma evidência do desespero de uma sociedade descompromissada com o futuro e que decreta a falência total das famílias. Recai mais uma vez a responsabilidade  sobre os educadores do grande peso de não só ensinar os filhos dos outros conteúdos como também de firmar valores no mais profundo do caráter das crianças em escolas sem as mínimas condições básicas de cumprir sua finalidade.

Filhos honestos, que caminhem na verdade, que respeitem o próximo e celebrem o futuro e a esperança são valores ensinados no seio familiar. Valores são marcas que deixamos impressas na alma de nossos filhos é o DNA da ética para as futuras gerações. 

Sandro M. Viana (Natal-RN)


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terça-feira, 12 de julho de 2011

O circo chegou e com ele o espetáculo!

A sociedade do espetáculo e a influencia nas igrejas
...vaidade de vaidades! Tudo é vaidade Eclesiastes 1:2

Recentemente chegou um grande circo de renome internacional na cidade. Os outdoors e as propagandas na televisão insistentemente anunciam grandes espetáculos. O picadeiro transforma-se em um grande caldeirão de emoções. Habilidosos malabaristas que se torcem e retorcem em treinados e flexíveis corpos, palhaços engraçados e desastrados que arrancam rizadas, os carismáticos cães adestrados que pulam e se espremem em pequenas caixas em troca de recompensas (petiscos), trapezistas que prendem o fôlego da plateia em suas arriscadas manobras nas alturas, mulheres alvo de atiradores de facas, comedores de chamas e o perigoso globo da morte tudo em nome do espetáculo.

Assentar-se confortavelmente e seguro deliciando-se com pipocas, guloseimas e refrigerantes e ser surpreendido a cada instante com uma nova apresentação é a ordem do espetáculo.

Guy Ernest Debord escritor e pensador francês em seu livro A Sociedade do Espetáculo afirma: “Toda a vida das sociedades nas quais reinam as condições modernas de produção se anuncia como uma imensa acumulação de espetáculos. Tudo o que era diretamente vivido se esvai na fumaça da representação”.

Tudo em nossos dias tem que se tornar um grande espetáculo, para isso, é necessário que todos os sentidos e sentimentos sejam explorados até o ultimo instante, é um mundo de prazeres e ilusões.

Os espetáculos estão instalados em nossa geração de forma intensa e pragmática, isto é, há uma necessidade urgente de espetáculos de tal maneira que não se consegue viver socialmente sem eles.

Atividades que ha alguns anos eram realizadas em família como pique niques de forma simples hoje exige uma nova dinâmica de entretenimento tentado evitar o “tédio”.

As brincadeiras precisam de uma dose de espetáculo de admiradores e fãs, os jogos de computadores recheados de efeitos especiais e músicas reforçam a nova doutrina do espetáculo.

O estranho, o bizarro, o inusitado, o confuso, as esquisitices, as polêmicas, a exploração da miséria e a dor do semelhante servem de combustível para os espetáculos que nutrem fogueiras fúteis da vaidade humana.
Entre o explícito e o oculto o trabalho artístico no circo visa claramente o reconhecimento do artista que busca o aplauso de sua plateia isso é honesto, sincero e nobre. Difícil é compreender cristãos que se agradam do espetáculo e trazem o circo para dentro da igreja afirmando que estão fazendo para Jesus em busca de gloria própria.
O mundo e seus valores servem somente para ele e os que estão no mundo não se interessam em igreja. O grande problema está naqueles que afirmam que são filhos de Deus e cobiçam o mundo. O espetáculo chegou às igrejas pelas mãos de pessoas que tinham a responsabilidade de zelar, cuidar para que o povo não ficasse sob opressão de valores mundanos. Hoje os cultos estão carregados de todos os tipos de espetáculos, coreografias, teatros, danças litúrgicas, pantomimas, shows religiosos e pirotécnicos com overdoses maciças de sentimentalismos e vaidades. O culto que é prestado aos homens é mais honesto praticado dentro de um circo, pois as motivações não estão sendo escondidas com desculpas esfarrapadas é a explicita busca da glória própria através do espetáculo .

Afirmar estar na igreja com o propósito de adorar a Deus com as motivações do espetáculo no coração é prestar um falso culto ao Senhor.
Rev. Sandro M. Viana

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Você entende o que canta?

"Música para compor o ambiente Música para escovar o dente Música para fazer chover Música para ninar nenê Música para tocar...