sábado, 4 de outubro de 2014

O vírus da corrupção

Há muitas pessoas adoentadas pelo vírus da dengue e que por negligenciarem a limpeza de suas casas deixaram suas obrigações por preguiça, omissão e covardia e pagam com suas vidas sabendo o que deveriam fazer não o fizeram! Assim o mosquito encontrou dentro da própria casa do moribundo ambiente adequado. Uma arapuca, uma armadilha esperando o tempo exato para se manifestar.

Assim devemos limpar constantemente o cenário político do Brasil. Temos a única obrigação vigilante de escolher políticos limpos. Se assim não fizermos, vizinhos desleixados continuarão permitindo que políticos contaminados pelo vírus mortal das omissões proliferem mortes (violência) ignorância (educação) e descaso com a vida humana de milhões de brasileiros. Não infecte nosso país com a doença da corrupção, vote! Mas vote consciente!


Rev. Sandro M. Viana.
(Natal/RN Eleições 2014) Licença Creative Commons
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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Já catou feijão?

Quando eu era menino, bem pequenininho, no subúrbio do Rio de Janeiro (Guadalupe) minha amada vó paterna adorava conversar na cozinha com minha mãe.

Ela me colocava em seu colo abria um saco de feijão e espalhava-os em cima da fórmica da mesa e começava a prosa. Pacientemente ela separava as pedras os feijões estragados e as palhas.

Hoje precisamos pacientemente cata os candidatos e separar dos gorgulhos. Precisamos de paciência e muita sabedoria, pois se não escolhermos certo seremos jogados na lata do lixo.


Rev. Sandro M. Viana (Natal/RN - Eleições 2014) Licença Creative Commons
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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O Caricato Sagrado

"Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo". Hebreus 1.1-2 (RA)
Afirmar que a Bíblia é única regra de fé e prática é crer e viver somente por seus ensinos a ponto de não precisamos de nenhum elemento extra que venha complementá-la. Ela é única, suficiente e infalível para garantir a sobrevivência da fé dos cristãos! A Bíblia é referencial que está acima de qualquer crendice ou fenômeno místico supersticioso não necessitando mais de novas revelações, profecias e sonhos.

É importante lembrar que não somos como Moisés, Daniel, os profetas Paulo, Pedro os apóstolos e os todos que escreveram a Bíblia, pois estes foram inspirados. Deus neste período falava através de sonhos ou diretamente em seus corações, pois a revelação estava sendo progressivamente anunciada.
O espírito Santo mora em nós e por isso hoje somos iluminados e compreendemos a Bíblia através de sua ação.

Os novos convertidos que adentram as igrejas estão carregados de superstições e estruturas religiosas que estão arraigadas por décadas em seus Corações. Possuem uma boa intenção e vontade de trabalhar, mas é necessário caminhar junto para aprenderem a orar, estudar e crer na Bíblia deixando de lado todo e qualquer suporte que não seja as Sagradas Escrituras.

Acredito que o misticismo dos cristãos que arrombou as portas das igrejas evangélicas causando vergonha e estranheza em vídeos bizarros e hilários postados nas redes sociais ocorre pela ignorância, desconhecimento dos princípios mais básicos da fé cristã. A banda cristã Palavra Antiga já denuncia:

“É que o sagrado se tornou hilário
...
E agora tanto faz o que é sagrado
Nada importa se isso tudo não for antes santificado
Bem no interior do meu peito deserto”.
  
A vergonha cristã dos nossos dias que desacredita a mensagem da Graça é justamente vinda de dentro da própria igreja! 

Sola Scriptura! 
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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

A parábola do bom palestino

Um importante e fervoroso sacerdote mestre da Lei se levantou e, querendo encontrar alguma prova contra Jesus, perguntou: 

“Mestre, o que devo fazer para conseguir a vida eterna?” 

Jesus respondeu: “O que é que as Escrituras Sagradas dizem a respeito disso? E como é que você entende o que elas dizem?”

O sacerdote respondeu: “Ame a Deus, com todo o coração, com toda a alma, com todas as forças e com toda a mente. E ame o seu próximo como você ama a você mesmo.” 

“A sua resposta está certa!” — disse Jesus. — “Faça isso e você viverá”. 

Porém o mestre da Lei, querendo justificar-se, perguntou: “Mas quem é o meu próximo?” 

Jesus respondeu assim:

Após uma semana árdua de trabalho humanitário numa escola em Jerusalém um homem (judeu) indo a caminho para sua casa na Faixa de Gaza foi furtivamente alvejado por estilhaços de concreto de um prédio atingido por um míssil lançado de um avião supersônico israelense.

Na correria do resgate a crianças e mulheres o homem ficou esquecido debaixo de lajes e escombros gemendo com seu corpo dilacerado e ensanguentado por horas esperando ajuda. Passa por perto daquele moribundo um aparamentado importante sacerdote que descia por aquele caminho, vinha do templo quando ouviu e viu o homem agonizando, fingiu atender o celular e passou pelo outro lado da estrada não querendo sujar sua indumentária. Também passou por ali um premiadíssimo cantor pop religioso. Olhou e também foi embora pelo outro lado da estrada. Mas um palestino que estava viajando por aquele caminho chegou escutou o gemido. Quando viu o homem, teve grande misericórdia dele. Então se aproximou dele e cavando com a mão retirou pesados escombros e limpou os seus ferimentos em seguida o enfaixou. Depois disso, o palestino colocou-o na sua caminhonete e o levou para um hospital em Hebron, onde foi internado em estado grave. No dia seguinte, o palestino pagou o hospital particular com seu cartão de crédito com uma semana antecipada aquele desconhecido, dizendo aos médicos: — Tome conta dele. Quando eu passar por aqui na volta, pagarei o que vocês gastarem a mais com ele.

Então Jesus perguntou ao mestre da Lei: — "Em sua opinião, qual desses três foi o próximo do homem ferido?"  “Aquele que o socorreu!” — respondeu o mestre da Lei.

 E Jesus disse: “Pois vá e faça a mesma coisa”.

Parabolando por Rev. Sandro M. Viana. Evangelho de Lucas Cap. 10:25-37 Licença Creative Commons
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Negligência uma fera devoradora

“Ouça, meu filho, a instrução de seu pai e não despreze o ensino de sua mãe.
Eles serão um enfeite para a sua cabeça, um adorno para o seu pescoço”.
Provérbio de Salomão 1.8

As vésperas da comemoração do dia dos pais paira sobre nós uma espessa nuvem de desespero e pavor que é pulverizada pelas más notícias que diariamente se esvaem por todos os meios de comunicação. Um filme de terror diante de nossos olhos que assola a vida real pelos mais baixos níveis de moralidade da alma humana e denunciam como andam os cuidados com o futuro deste mundo e da humanidade.

Infelizmente o museu de horrores e crueldades humanas coleciona um rico acervo histórico de desgraças onde crianças são atiradas por janelas de apartamentos, caso Isabella Nardoni em (2008), são exterminadas com injeção letal e enterradas vivas, caso menino Bernardo (2015), largados em rios, caso menino Joaquim (2013), crianças que são fritadas em carros por serem esquecidas pelos pais, criança de 2 anos passa 5 horas e morre dentro do carro em Mato Grosso (2013), crianças jogadas em privadas e atoladas em cano de esgoto, China (2013), andam sozinhas em parapeitos de prédios, Índia (2014), esmolam em semáforos e desta vez um garoto de 11 anos diante de uma jaula de um tigre teve seu braço devorado pelo animal enquanto bailava diante do pai e daqueles que filmavam a fatal brincadeira de morte.

O grande problema está na incapacidade dos responsáveis pelos pequeninos em poderem amar seus filhos de fato e educa-los na disciplina amorosamente sem serem bipolares emocionais. Quando são complacentes com pequenas mentiras e transgressões achando bonitinho caem para o lado extremado e severo com surras, gritos e lesões corporais alegando como compensação por seus comportamentos exagerados permitindo que seus filhos façam o que querem.

Pais que não conseguem enxergar a beleza da vida nas coisas mais simples e que tentam preencher seus vazios corações com ostentações e vaidades materialista possuem uma relação doentia e desequilibrada emocionalmente vivendo sem limites e ausentes de sues filhos e que tentam criá-los quando estão diante deles comprando-os com presentinhos e quebram propositalmente os limites prejudicando assim o ensino dos princípios mais fundamentais para aqueles que estão em situação de risco.

O delegado que acompanha o caso do menino que perdeu o braço pelo ataque do tigre fez um questionamento contundente que me levou a esta reflexão 

“Não havia se quer uma pessoa que estavam filmando pudessem avisar diante de tamanho perigo?”.

Quem?
Quem hoje pode se quer avisar alguma criança ou adolescente sobre um eminente perigo ou uma conduta transgressora? Ninguém em sã consciência quer ou pode corrigir proteger ou avisar os filhos alheios, isso socialmente é considerado uma atitude arriscada e até insensata, pois quando um filho é chamado a atenção logo os pais tornam-se umas bestas feras e saem de suas jaulas e partem para o ataque.

Ao mesmo tempo nesta relação desequilibrada e incoerente entre pais e filhos pesa a ausência dos responsáveis justamente nos momentos cruciais da educação dos filhos e como demonstração de bondade paternal ignoram ou quebram as regras mais fundamentais para a sobrevivência humana como uma prova inepta compensadora de amor.

Lamentavelmente as mortes de jovens por mortes violentos e fúteis estão ligados diretamente a uma falta de educação e conscientização a respeito de leis e normas de convivência.

Nós adultos hoje investimos maciçamente no conhecimento, nas técnicas das formações profissionais, mas vergonhosamente nossos avós que moravam em áreas rurais e que não tinha 10% do conhecimento que possuímos eram sábios a ponto de serem analfabetos e formarem seus filhos sem traumas e sem terapias. Os casamentos eram respeitados e nada virava éter (volátil). Pagamos o preço de sermos a geração que mais sabe, porém os mais insensatos. Conhecimento não é sinônimo de sabedoria!


No trágico caso do garoto do jardim zoológico a negligência ou quebra de limites na compreensão do senso de responsabilidade mínima do filho trouxe ao pai uma dor irreparável de culpa martirizando-se por toda a sua existência pela culpa da perda de um dos membros do corpo de seu filho. É incomensurável! O que dizer de mães e pais que perdem seus filhos para o crime organizado? 



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quinta-feira, 22 de maio de 2014

O fariseu e a publicana (A vaidade religiosa)

Há uma parábola que hoje ecoa sobre a história de duas pessoas que foram ao Congresso Nacional para defenderem a causa das crianças e dos pobres.
Um era um santo pastor e a outra uma apresentadora acusada de meretriz por seu passado.

O pastor, sentado, assim argumentava consigo mesmo: Ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda com esta promíscua mulher. Jejuo duas vezes na semana, e dou o dízimo de tudo quanto ganho.

Mas a mulher ao ouvir insultos sobre o seu passado, estando sentada de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas acenou com um coração, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecadora!

Digo-vos quem destes voltou justificado para sua casa? Porque todo o que a si mesmo se exaltar será humilhado; mas o que a si mesmo se humilhar será exaltado.

Parabolando por Rev. Sandro M. Viana. Licença Creative Commons

Evangelho de Lucas Cap. 18.10-14

O fariseu e a publicana de Sandro M. Viana está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
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domingo, 4 de maio de 2014

Cuidado Divino

“Como pastor ele cuida de seu rebanho, com o braço ajunta os cordeiros e os carrega no colo; conduz com cuidado as ovelhas que amamentam suas crias. Quem mediu as águas na concha da mão, ou com o palmo definiu os limites dos céus? Quem jamais calculou o peso da terra, ou pesou os montes na balança e as colinas nos seus pratos? Quem definiu limites para o Espírito do Senhor, ou o instruiu como seu conselheiro? A quem o Senhor consultou que pudesse esclarecê-lo, e que lhe ensinasse a julgar com justiça? Quem lhe ensinou o conhecimento ou lhe apontou o caminho da sabedoria? Na verdade as nações são como a gota que sobra do balde; para ele são como o pó que resta na balança; para ele as ilhas não passam de um grão de areia”. 
Profeta Isaías Cap. 40.11-15

Acabei de acordar e ao abrir os meus olhos percebi que estava justamente no mesmo lugar que tinha adormecido na noite anterior e neste intervalo aconteceram milhões de coisas enquanto dormia e mesmo assim tive a certeza de que no outro dia acordaria e daria continuidade a minha apertada agenda de compromissos particulares. Neste exato momento não sei quantas vezes bateu meu coração, mas mesmo assim ignoro o fato de que nem mesmo controlo esta sofisticada bomba de carne e sangue. 

Celebramos nossas datas de aniversários como se fosse mérito nosso! Chegamos a esta existência pelas mãos de pessoas que não lembramos e nem sabemos, mas fomos recebidos por mãos que fizeram nosso parto. Espirramos involuntariamente e lembramos que somos habitação de milhares de seres microscópicos, vírus e bactérias, e inevitavelmente admitimos nossas doenças e assim vai por toda vida acreditando que somos deuses e eternos. Os últimos suspiros que antecedem nossa partida desta vida para a eternidade este corpo será entregue novamente a outros para o sepultamento e ainda assim estaremos aos cuidados do próximo. 

Acreditamos que temos o controle de todas as coisas de nossas próprias vidas, ledo engano! Esta meditação não é niilista nem pessimista e muito menos fatalista, mas uma linda descoberta poética existencial entre o céu e o coração humano onde nossas escolhas são iluminadas pelo Senhor que tudo governa. É por pensarmos que somos senhores de nossos destinos que não valorizamos as orações e nem a convivência mútua com o nosso semelhante. Quando estamos em grandes dificuldades lembramos que existe estes recursos espirituais. 

A humanidade sempre acreditou que esteve no controle de suas próprias vidas, mas só se deparam com suas incapacidades quando suas escolhas pessoais frustram suas próprias expectativas ou na óbvia natureza da vida como: Nascer, existir, envelhecer e morrer. Mesmo que vivamos alienadamente para nós mesmos ainda há alguém que governa e cuida deste pequeno planeta e que não dorme e nem atrasa, mas que cuida como um pastor de toda a humanidade. 

A humildade é um dos atributos humano que aperfeiçoa a visão dos filhos de Deus diante da vida que vivem. Sem humildade tudo se torna cinza e amargo.

Rev. Sandro M. Viana
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Você entende o que canta?

"Música para compor o ambiente Música para escovar o dente Música para fazer chover Música para ninar nenê Música para tocar...