sábado, 29 de novembro de 2014

Os Chaves nossos de cada dia.

As manifestações intensas e sinceras nas redes sociais das pessoas consternadas com a morte de Roberto Bolanhos mostram como anda o imaginário humano.

Ver a miséria e o sofrimento sob uma ótica romântica traz uma falsa visão da vida real! A grande verdade é que Bolanhos conhecia e retratou a triste realidade de milhões de crianças abandonadas na figura de Chaves um garoto faminto, órfão e desamparado que mora em um barril e que cada dia luta para sobreviver. Vivendo de migalhas e insultos aqui e acolá os episódios romantiza uma realidade distante vivida por milhões de Chaves miseráveis brasileiros que não estão barris, mas nos semáforos lavando para-brisas de carros, vendendo seus corpos nas estradas ou implorando por centavos vendendo balas e doces pelas ruas.

Quem as pessoas estão lamentando? O autor que tentou expor a triste realidade em um conto de fadas? Chaves o personagem? Ou a nossa falsa e ingênua visão da vida?

Os milhões de Chaves miseráveis que foram abortados dentro da própria existência são diariamente maltratados, espancados, acusados esperando que alguém tenha misericórdia!

O melhor ato de amor não é verter lágrimas sobre o que achamos, mas ir em direção dos milhares de Chaves que estão espalhados nesta grande selva de pedra!


Rev. Sandro M. Viana

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Sangue nos olhos (Dia de fúria)


O nascimento de Jesus Cristo foi assim: Maria, a sua mãe, ia casar com José. Mas antes do casamento ela ficou grávida pelo Espírito Santo. José, com quem Maria ia casar, era um homem que sempre fazia o que era correto. Ele não queria difamar Maria e por isso resolveu desmanchar o contrato de casamento sem ninguém saber. Enquanto José estava pensando nisso, um anjo do Senhor apareceu a ele num sonho e disse:— José, descendente de Davi, não tenha medo de receber Maria como sua esposa, pois ela está grávida pelo Espírito Santo. Ela terá um menino, e você porá nele o nome de Jesus, pois ele salvará o seu povo dos pecados deles. Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor tinha dito por meio do profeta:“A virgem ficará grávida e terá um filho que receberá o nome de Emanuel.” (Emanuel quer dizer “Deus está conosco”.)Quando José acordou, fez o que o anjo do Senhor havia mandado e casou com Maria. Porém não teve relações com ela até que a criança nasceu. E José pôs no menino o nome de Jesus. Mateus 1.18-25(NTLH/SBB)

Ter o direito de irar é até razoável quando a ira não traz estragos maiores do que aqueles que já foram feitos, isto é, nossa inconformidade vai até onde os estragos já foram feitos! Minha ira e ou indignação não pode aumentar mais inda a gravidade da situação caótica que já estou inserido.

Nossa geração tornou-se iracunda! Iramo-nos por qualquer coisa e acredito que este fenômeno vem pela maneira como olhamos o nosso senso de justiça que hoje é individualista e descartável.

Acreditamos que temos o direito de pegar um taco de baseball e sair a esmo quebrando qualquer coisa nossa cultura violenta nos incita a este pensamento, como uma forma de extravasar tudo o que está incomodando.

Comumente há outra palavra usada para esses momentos de ataque de fúria descontrolada é o surto! Um ataque repentino e voraz que leva a atitudes impensadas de morte. Surtam por motivações banias.

O domínio próprio é um atributo cristão que não interessa a igreja cristã contemporânea. Vemos vídeos de lideres que estão a frente de igrejas que são destemperados que beiram as rais da loucura, babam e são mais agressivos que cães. Devemos aperfeiçoar-nos no exercício de fé diante das duras provas de paciência que somos exigidos sem perder a calma.

Em nossas discussões precisamos estar atentos as nossos justificativas quando estamos em uma lide. O que realmente me motiva a ter esse comportamento? Quero resolver e preservar o próximo ou quero somente manter minha imagem imaculada como um outdoor para que todos possam ver como minha reputação está acima do amor do perdão e da restauração daquele que amo?

José foi um dos personagens na Bíblia que menos se fala e acredito que por ele ter sido tão humilde os grande teólogos não perceberam como este homem foi tão relevante em ser e aceitar a missão de Deus para ser o pai do salvador da humanidade.

Um carpinteiro, homem simples que ao perceber que a sua amada noiva não estava grávida dele de forma sábia e por amor a Maria, José gentilmente resguardar a honra de sua amada. Para os padrões daquela época aquela situação era extremamente embaraçosa.
Ele não gritou e nem esbravejou não se irritou e nem foi buscar seus direito com os pais de Maria, simplesmente Deus fala com José e ele atende a voz divina e acolheu o filho de Deus dando-lhe o direito da primogenitura ensinando a única coisa que sabia fazer da vida a carpintaria.

José não lastimou não difamou e muito menos ofendeu outras pessoas acreditando ter o direito de casar-se com uma virgem pelo contrário foi humilde e maduro em compreender sua missão de acolher o filho de Deus em sua paternidade humana.

Devemos deixar a passionalidade!

É assustador vermos cidadãos comuns, trabalhadores e cumpridores de seus deveres, idôneos pais de famílias tendo acessos de fúria e descontrole odioso.

Precisamos aprender a resguardar as pessoas que amamos, e principalmente a nós, mesmo que no momento não compreendamos ou julguemos erroneamente ou até mesmo que os fatos sejam verdadeiros, pois acreditamos no perdão e por essa fé cremos na restauração de Deus sobre a humanidade pelo perdão!

Há uma inclinação natural dentro em nós que prontamente nos vitimizar nos tornando coitadinhos.

Esse post é um alerta para não piorarmos ainda mais o caos já instaurado. Não devemos nos tornar como uma metralhadora que dispara para todos os lados alvejando inocentes.
“Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira; nem deis lugar ao Diabo”.  Efésios 4.26-27 
 “Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo”. 1ª Tessalonicenses 5.9 
“Porque a ira humana não produz a justiça de Deus”. Tiago 1.20

Rev. Sandro M. Viana (Primavera de 2014 - Natal/RN)
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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Tudo é vaidade

 A cobra era o animal mais esperto que o Senhor Deus havia feito. Ela perguntou à mulher:— É verdade que Deus mandou que vocês não comessem as frutas de nenhuma árvore do jardim? A mulher respondeu: — Podemos comer as frutas de qualquer árvore, menos a fruta da árvore que fica no meio do jardim. Deus nos disse que não devemos comer dessa fruta, nem tocar nela. Se fizermos isso, morreremos. Mas a cobra afirmou: — Vocês não morrerão coisa nenhuma! Deus disse isso porque sabe que, quando vocês comerem a fruta dessa árvore, os seus olhos se abrirão, e vocês serão como Deus, conhecendo o bem e o mal. A mulher viu que a árvore era bonita e que as suas frutas eram boas de se comer. E ela pensou como seria bom ter entendimento. Aí apanhou uma fruta e comeu; e deu ao seu marido, e ele também comeu. Nesse momento os olhos dos dois se abriram, e eles perceberam que estavam nus. Então costuraram umas folhas de figueira para usar como tangas. Genesis 3.1-7
No filme Madagascar há um personagem, o rei Julian, figurinha exótica e vaidosa que adora chamar a atenção pelas suas extravagantes e fúteis ideias. No antigo Egito o faraó não era somente um governante político, mas era visto como um deus que deveria ser adorado pelo seu povo. As pirâmides (tumbas) imortalizaram tais deuses humanos. A busca desenfreada pelos 15 minutos de fama tem arrastado todo tipo de gente com os comportamentos mais bizarros possíveis tudo isso em nome da glória própria. Todo mundo quer ser reconhecido anseiam tornar-se uma celebridade, receber aplausos e glorificação. 

A mais nova modalidade para chamar atenção é despir-se, tirar toda a roupa e a dignidade, calçar um par de tênis e a vaidade, ajeitar a maquiagem e os cabelos e correr nu num parque com expectativas de que alguém fotografe e registre tal façanha. O desejo de querer ser (como) deus é antigo, tem como força motivadora o sentimento da vaidade. As meninas são criadas para serem princesas e sereias os meninos super-heróis salvadores de um mundo dividido entre o bem e o mal (maniqueísmo). O problema é que crescem e quando caem na real percebem que não são nem princesas e nem heróis e já estão acondicionados, viciados aos paparicos e apelam para meios extravagantes de chamarem a atenção. 

O bem, as boas obras ou a caridade que muitos fazem hoje é muito mais um golpe de marketing pessoal (motivações vaidosas) do que de misericórdia isso não significa que mesmo que as intenções dos homens sejam malignas, Deus graciosamente derrama a sua compaixão através de homens tão vaidosos. Nossa natureza humana está mais predisposta a querer ser como deus do que ser servos!

"Vaidade de vaidades, diz o pregador; vaidade de vaidades, tudo é vaidade". Ec 1.2

Rev. Sandro M. Viana (Primavera de 2014 - Natal/RN)


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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A ditadura das ditaduras

Guerras e rumores de golpes em países subdesenvolvidos democraticamente fragilizados por governos corruptos tornou-se tão corriqueiro que já insensibilizou a alma humana.

As modalidades de imposições ideológicas e culturais são vividas de forma velada no contexto desses dias. São regrar implícitas que empurram milhões de pessoas a comportamentos bizarros tudo em nome de certas imposições sociais.

Os dias extremos que vivemos mostra como anda a alma humana. Todos os tipos de ditaduras se instalaram ideologicamente entrincheiradas justamente naquilo que acreditamos ou chamamos de democracia do consumo.

A ditadura da beleza impõe uma cruel regra pelos padrões globais atuais de perfeição, são corpos alterados por cirurgias estéticas que exaustivamente são exercitados por horas e horas em academias seguindo uma rígida dieta alimentar. A ditadura da beleza que trás um eterno e insaciável descontentamento de si mesmo deixaria Narciso constrangido com tamanha autoidolatria.  Nessa ditadura é proibido adoecer, engordar, envelhecer e muito menos morrer!

Há a ditadura da felicidade que é a busca incansável por pessoas ou ocasiões (condições) que tornem as pessoas felizes a qualquer custo; “O the end” dos contos de fadas que depois de duas horas de filme ou assistindo um ano capítulo após capitulo de uma telenovela terminam obrigatoriamente felizes para sempre. Nessa ditadura é proibido entristecer-se, aceitar o que é e quem somos.

Há a ditadura da super espiritualidade que é busca doentia pelo transcendente e místico viver pela perfeição de modelos rígidos religiosos que utiliza exaustivamente do marketing religioso com o propósito de vender produtos e serviços na tentativa de trazer equilíbrio e paz de espírito para os mais abastados e a ilusória realização material para aqueles que penam em suas duras realidades de escassez. Essa é uma das mais cruéis ditaduras que tenta justificar a esquizofrênica e desiquilibrada compreensão de fé através de uma existência carregada e pesada de compreensões minimalistas no ofício sacerdotal de líderes manipuladores que lança mão de inúmeras superstições acreditando serem maiores e melhores que seus semelhantes. Aqueles que nessa modalidade acreditam que recebem de Deus mensagens exclusivas via SMS, Facebook, Whatsapps espirituais colocando-se como mediadores ou messias (ditadores) com “power” poderes exclusivos que arrastam legiões de seguidores tietes (ou fãs). Nessa ditadura é proibido chorar, perder, adoecer, assumir, confessar, ser.

A vida em alto desempenho quantificou tudo para além do suportável para além do normal para além do humano tudo é: over, super, mega, giga, tera. As ditaduras reafirmam a estupidez cristalizando a ignorância onde pessoas perdem suas vidas em clinicas de estéticas, onde miríades busca satisfação própria almejando a sua deificação através de aditivos (drogas). 

As experiências estão acima da reflexão os sentidos estão acima do pensamento e a fé torna-se escravizada pelas compulsões apaixonadas. As propagandas despejam constantemente valores de uma sociedade que nega a humanidade a velhice e o fim da vida (a morte).
A catequização da mídia incansavelmente expõem seus produtos como solução pela felicidade instantânea através do consumo exagerado de álcool porém advertido hipocritamente com moderação ou a licenciosidade com proteção (preservativos). Tudo é resolvido com uma pomada, uma pastilha, um efervescente, um band-aid, remedinhos ou um truque mesmo que por alguns minutos os sonhos se satisfaçam. Essa coisificação chega na compreensão da fé cristã onde tudo deve ser resolvido pagando um alto pedágio através rituais de pajelanças, mandingas e apetrechos (amuletos).

A desumanização das pessoas que segmentam a vida e transformam seus corpos em partes cobiçadas criando fetiches que acorrenta almas já infectou há muito todas as áreas da sociedade pós-moderna.

Um retorno a humanização está nas palavras de Cristo:  “E nenhum de vocês pode encompridar (aumentar um segundo no relógio da sua existência) a sua vida, por mais que se preocupe com isso”. Mateus 6.27

Fomos chamados para viver a vida como somos em simplicidade sem remendos que tentam tapar o que ou quem realmente é, sem aditivos ou turbinas, sem (d)efeitos especiais que ofusque quem está por trás das inúmeras camadas de maquiagens ou por debaixo das armaduras de vestes caríssimas de etiquetas e grifes de renomes que falsamente criam uma personalidade em gente sem caráter.

As ditaturas não são mais que imposições que dão sentido entretendo por um curto período a uma existência vazia, pois para o metabolismo das células o tempo não para e continuam envelhecendo e falhando (doenças).

Precisamos assumir quem de fato somos! Ou então buscaremos aditivos para tentar turbinar o que não há mais, alma! Cazuza já afirmava:
“Eu vou pagar a conta do analista
Pra nunca mais ter que saber quem eu sou”. 



Rev. Sandro M. Viana (Primavera de 2014 - Natal/RN) 




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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Brasil Mostra a Tua Cara

"Assim também, a língua é um fogo; é um mundo de iniqüidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno".  Tiago 3:6

Pós-eleições vemos todos os tipos de sentimentos sendo regurgitados pelas redes sociais. É uma catarse num grande pântano de declarações odiosas, preconceitos, revanchismos, vinganças, racismo, intolerância, desejo homicida e sectário de superioridades raciais e sociais.

Em junho na Copa do Mundo o Brasil estava unido cantando o hino nacional celebrando as conquistas e chorando as derrotas, o poeta Renato Russo já cantarolava:

“Vamos cantar juntos
O hino nacional
A lágrima é verdadeira”

Hoje o velho brocado denuncia: “A boca fala do que está cheio o coração” O teatro dos horrores é a pura e evidente exposição daquilo que as pessoas trazem no mais profundo suas intimidades. Elas são o que de fato declaram! Sua visão de mundo, vida e fé. São amostras grátis do que da fato são por aquilo que dizem e pelo que escrevem.

O que mais impressona é ver os que "estão" na função de pacificadores e anjos da noiva de Cristo ateiam fogo estranho na sera santa onde há poucos trabalhando dura e honestamente.   

Não se assuste com este grande divã  ou confessionário virtual chamado de Internet! É por essas coisas que vemos a fé e o amor! 


Rev. Sandro M. Viana (Primavera de 2014 - Natal/RN) 
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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Rebordosa eleitoral

Quero neste post dialogar de forma madura e cristã o que muitos perderam para o momento, pois estão cegos a ponto de perderem a capacidade mínima de raciocínio. 

Lamentavelmente a fé torna-se inútil quando não consegue trazer clareza de vida e precisamos apelar para os argumentos mínimos de razoabilidade.  

Um dia depois das eleições ficou o rastro de meses de debates e discussões eleitorais. São santinhos, panfletos jogados ao chão. Toneladas de lixo eleitoral e também muitas mágoas, culpas, desavenças, inimizades, rancor, lides jurídicas, etc.

Durante este período por respeito aos meus amigos, familiares e irmãos da igreja onde sirvo não manifestei se quer uma vírgula, minha posição política só interessa a mim mesmos, pois acredito que todos nós temos o direito de fazermos nossas escolhas livremente, porém estes dias puseram a prova a fé de muita gente. O tipo e o nível de muitos cristãos foram revelados diante das telas, de textos e comentários nas redes sociais.

Nunca os evangélicos foram tão observados e medidos como foram nestes últimos dias. Os princípios mais básicos da fé bíblica cristã como o domínio próprio a mansidão a tolerância a honestidade foram colocados de lado em prol de uma causa maior, a política.

As manipulações e todos os tipos de manchetes mesmo que fossem indícios eram postadas e repostadas por ávidos incendiários com vídeos, fotos e textos editados não tomando devido cuidado de consultar as fontes fidedignas. Muitos perderam suas estribeiras, desiquilibraram-se chegando as raias da insana loucura odiosa a ponto de praguejarem, difamarem, mentirem, e beiraram palavrões.

Lamentavelmente o amor cristão em nossos dias tornou-se tão volátil que é necessário apelar para a civilidade, urbanidade e educação cidadã, mas nem isso por vezes resolve. Há pessoas que agem abaixo dos instintos mais animalescos.  Sinceramente fiquei assustado!

The Day After ( O dia seguinte)
Depois deste período de eleições muitos voltarão com remorsos ou cinicamente se comportarão como se nada houvesse acontecido e tentarão assoprar onde feriram! As áureas angelicais e a fala mansa voltarão a persuadir.

Ficou muito clara neste período político a posição da igreja evangélica sua militância sua mobilização com afinco e dedicação divulgando suas aguerridas, apaixonadas e inflamadas defesas ideológicas onde professaram declaradamente em alto e em bom som no que acreditam.

Nunca o cristianismo dos nossos dias foi tão pregado naquilo que professamos politicamente!

Cabe uma pergunta diante disso tudo: Temos a simplicidade das pombas para anunciar o amor de Deus a esperança e a Graça mesmo em épocas e ambientes de discordância? (Período politico?) Há uma disposição de abrir mão de convicções políticas para pregar a Cruz de Cristo?

Creio e obedeço (vivo) a soberana vontade divina mesmo que para mim aparentemente acredite que governos estejam em desacordo de minhas posições politicas, pois não há um milímetro sequer que não esteja no controle de Cristo.

Pense:
“Assim diz o Senhor ao seu ungido: a Ciro, cuja mão direita seguro com firmeza para subjugar as nações diante dele e arrancar a armadura de seus reis, para abrir portas diante dele, de modo que as portas não estejam trancadas” Isaías 45:1

“Disse mais o Senhor a Moisés: "Quando você voltar ao Egito, tenha o cuidado de fazer diante do faraó todas as maravilhas que concedi a você o poder de realizar. Mas eu vou endurecer o coração dele, para não deixar o povo ir”. Êxodo 4:21

Rev. Sandro M. Viana




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Você entende o que canta?

"Música para compor o ambiente Música para escovar o dente Música para fazer chover Música para ninar nenê Música para tocar...